04/06/2016

festa juninaAo longo do mês de junho, como acontece em todo o Brasil, escolas, associações, comunidades e igrejas irão realizar as festas juninas.

Em Ermelino Matarazzo nodis dias 04, 05,11 e 12 de junho, sempre às 19 horas, o evento será no Salão da Igreja São Francisco de Assis, na Rua Miguel Rachid,,997, com comidas típicas e danças.

No dia 11 de junho na VM que fica na Rua Ovídio Lopes, 253, Parque Boturussu, acontece o Bingo Junino com renda em prol do Lr Vicentino. CARTELA A: R$ 500,00 – CARTELA B: R$ 300,00 – CARTELA C: R$ 200,00 + Sorteios de Artesanatos.
Convite: R$ 10,00 e dá direito a jogar as rodadas A, B e C.
Rodadas intermediárias: R$ 2,00 reais.

Com apoio da Secretaria da Cultura e Subprefeitura de Ermelino Matarazzo, acontece dia 04 de junho na Praça Benedicto Ramos, em Ermelino Matarazzo, o II Arraiá do Zaire com comidas típicas, apresentação de forró e muita animação. O evento começa às 15 horas. O evento contará com a participação da Banda Tropicana e a Line Master pick-up.

Segundo os organizadores, “Faça chuva ou faça sol hoje tem Arraial da Filhos do Zaire!Temos barracas para acomodação do público. Então fique tranquilo, pois você poderá dançar, brincar e comer a vontade e sem se molhar!”

Se você conhece mais algum evento junino na região, envie um e-mail para emjornal@uol.com.br que divulgaremos gratuitamente.

Origem da Festa Junina

Os feriados europeus relacionadas às tradições e celebrações do midsommar têm origens pré-cristãs. Eles são particularmente importantes no Norte da Europa – Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Estônia, Letônia e Lituânia -, mas também é muito fortemente observado na Polônia, Rússia, Bielorrússia, Alemanha, Países Baixos, Irlanda, partes do Reino Unido (especialmente Cornwall), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa e em outros lugares – como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico e também no Hemisfério Sul (principalmente Brasil, Argentina e Austrália). O festival é também por vezes referido por alguns neopagãos como “Litha”, decorrente do De temporum ratione de Beda, que fornece os nomes anglo-saxões Ærra Liþa e Æfterra Liþa para os meses que correspondem aproximadamente a junho e julho, com um mês intercalar de Liþa aparecendo depois de Æfterra Liþa em anos bissextos. De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde”, que se tornou a famosa árvore de natal, a fogueira a volta do 25 de junho tornou-se, pouco a pouco, na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). As celebrações do solstício ainda são centradas no dia do solstício do verão astronômico. Alguns optam por realizar o rito em 21 de junho, mesmo quando este não é o dia mais longo do ano, alguns comemoram em 24 de junho, o dia do solstício no tempo dos romanos. Os antigos romanos também realizavam um festival em honra do deus Summanus em 20 de junho. Na Wicca, os praticantes celebram no dia mais longo e a noite mais curta do ano, que não têm uma data definida, a parti do calendário celta de 13 meses.

Embora o midsommar seja originalmente um feriado pagão, no cristianismo ele é associado ao nascimento de João Batista, que é associado ao mesmo dia, 24 de junho, nas igrejas católica, ortodoxa e em algumas igrejas protestantes. Ocorre seis meses antes do Natal porque o Evangelho de Lucas (Lucas 01:26 e Lucas 1.36) implica que João Batista nasceu seis meses antes de Jesus, embora a Bíblia não diga em que época do ano isso aconteceu. No século VII, Santo Elígio (falecido em 659/60) avisou aos recém-convertidos habitantes de Flandres contra as antigas celebrações pagãs do solstício, ao dizer: “Nenhum cristão deve participar da festa de São João ou da solenidade de qualquer outro santo e realizar solestitia [ritos do solstício de verão] ou dançar, pular ou entoar cantos diabólicos”. Conforme o cristianismo se propagou por regiões de tradição pagã, as celebrações do midsommar foram transformadas em novos feriados cristãos, muitas vezes resultando em celebrações que misturavam tradições cristãs com tradições derivadas de festividades pagãs.

As festas juninas são, em sua essência, multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha se originado nas festas dos santos populares em Portugal: a Festa de Santo Antônio, a Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados (cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco etc.) estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos ao Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas caipiras ou saloias são uma clara referência ao povo campestre que povoou principalmente o nordeste do Brasil e pode-se encontrar muitíssimas semelhanças no modo de vestir caipira no Brasil e em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais iniciaram-se em Portugal, junto com as novidades que, na época dos descobrimentos, os portugueses trouxeram da Ásia, tais como enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora. Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite. A dança de fitas típica das festas juninas no Brasil origina-se provavelmente da Península Ibérica.

Fonte: rede social. wikipédia, imagem ilustrativa.

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