Em contrapartida, existem distritos da capital que contam com os oito equipamentos culturais mapeados – museus, cinemas, teatros, acervos de livros para adultos, acervo de livros infanto-juvenis, centros culturais e espaços de cultura, equipamentos culturais públicos, e salas de show e concerto. É o ranking ‘tem de tudo’, que traz os distritos como Butantã, Consolação, Lapa e Liberdade, bem como Moema, Pinheiros, República, Tatuapé e Vila Mariana. Nota-se, portanto, a prevalência dos equipamentos culturais em regiões mais centrais da cidade, onde, em geral, residem pessoas de poder aquisitivo maior.

Independentemente da localização, quase um terço da população – 28%, mais precisamente – não frequentou qualquer centro de cultura, o que representa 2,7 milhões de paulistanos. Entre os que frequentam, a atividade favorita é o cinema (55%), seguida de festas populares ou de rua (34%) e shows (30%).

O paulistano está lendo menos. De acordo com a pesquisa, 42% dos cidadãos da capital não leram nenhum livro nos últimos três meses – a porcentagem é maior em relação a 2018, ano em que o patamar era de 40%. O número de 2019 representa 4,1 milhões de pessoas. A principal razão apresentada? Não gostar ou não ter o hábito de ler – 34% -, seguida por ‘falta de tempo’ – 32%. Apenas 38% dos entrevistados leram um livro completo; 20% deles leram em partes.

A Rede São Paulo e o IBOPE Inteligência apontam que o orçamento destinado à secretaria municipal de cultura caiu em 10%: se, em 2018, a pasta recebeu R$ 436.993.850, em 2019 a previsão é de R$392.131.006.

Fonte: Estadão/imagem de arquivo

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