01/01/2015

Reportagem publicada no G1 alenca os principais temas que marcaram a atual gestão tucana e, entre elas, estão a crise na USP de Ermelino Matarazzo, o atraso nas obras da CPTM que liga à Cumbica e a falta de infraestrutura para abastecimento de água.

Educação: crises na USP
Em 2014, a USP viveu sua greve mais longa em dez anos. A paralisação durou quatro meses. A reitoria afirmou que os gastos com folha de pagamento estão acima da arrecadação e iniciou o programa de demissão voluntária dos seus funcionários.
O campus da USP Leste em Ermelino Matarazzo, na Zona Leste, ficou 8 meses fechado por causa da contaminação no solo. Neste período, os alunos foram transferidos para prédios de outras universidades.

Expansão do transporte sobre trilhos
Alckmin vai começar o próximo mandato substituindo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, por Clodoaldo Pelissioni, ex-secretário secretário de Logística e Transportes. Na atual gestão, a expansão dos trilhos dos trens e Metrô de São Paulo sofreu atrasos em relação às previsões divulgadas.

Uma das obras é a construção da Linha 13-Jade, da CPTM, que devia ficar pronta em 18 meses, teve início 9 meses após o previsto. A linha ligaria o Centro de São Paulo ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.

Seca em SP: crise hídrica
São Paulo enfrenta o pior período de seca dos últimos 84 anos. Sem chuvas, os reservatórios de água que abastecem a capital paulista e região metropolitana tiveram seus volumes reduzidos consideravelmente. Com isso, moradores de várias regiões passaram a reclamar sobre falta d’água.

No entanto, o governo sempre negou a existência de racionamento e disse que adotou manobras, como a diminuição da pressão da água para garantir o abastecimento. O Sistema Cantareira foi o mais prejudicado e foi precisou bombear água da chamada reserva técnica, conhecida como volume morto.

 

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