15/01/2011

A Coopercel , antiga Fábrica Matarazzo,assumiu o compromisso de produzir celofane, que tem como uma de suas vantagens ser biodegradável no período de cinco anos, causando o menor impacto possível ao meio ambiente. Essa política se traduz em ações práticas voltadas à sustentabilidade, que permeiam desde a escolha do fornecedor da matéria-prima até o tratamento adequado dos efluentes da sua produção.
A madeira usada na fabricação do celofane da Coopercel provém integralmente de florestas de eucaliptos plantadas e manejadas de forma sustentável. O fornecedor possui um rigoroso programa ambiental, que prevê reflorestamento de áreas degradadas, manutenção de fragmentos da floresta para passagem de avifauna, estudo dos aspectos hidrológicos, entre outras. Desde 2007, o fornecedor também está de acordo com as normas da ISO 14.001, certificação que atesta práticas de acordo com um sistema de gestão ambiental responsável.
As caldeiras são movidas a gás natural, um combustível seco, que possui uma queima bem mais limpa que os derivados de petróleo, sem a formação de compostos de enxofre e menor emissão de monóxido de carbono (CO) e óxido de nitrogênio (Nox). O gás natural também reduz o desgaste dos motores, diminuindo os custos com manutenção. Todas as emissões gasosas são canalizadas e transformadas para o estado líquido, enviadas posteriormente para tratamento, juntamente com os resíduos sólidos oriundos do processo.
Apesar de já respeitar as exigências legais para o descarte desses efluentes na natureza, a Coopercel decidiu aprimorar ainda mais o tratamento. Em janeiro de 2008, firmou contrato com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para o envio mensal de 10.500 m3 de esgoto não-doméstico para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

O papel celofane produzido pela Coopercel está certificado pelo Conselho Nacional de Defesa Ambiental (CNDA), que atribuiu o Selo Verde à cooperativa em maio de 2008. Para conquistar a certificação, as empresas devem comprovar, periodicamente, por meio de laudos técnicos, que os seus ciclos de produção utilizam os recursos naturais de forma consciente, além de respeitarem critérios socioambientais, tais como:

  • Não pôr em risco a saúde dos consumidores;
  • Apresentar impacto ambiental de pequena magnitude e significância;
  • Não produzir resíduos sólidos desnecessários ou perigosos.
  • Não utilizar mão-de-obra infantil, dentre outras exigências.
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