08/07/2013

A Empresa Dicico emitiu a seguinte nota de esclarecimento sobre o que a mídia chamou de “dia de fúria” do Professor de escola pública do jardim Verônia Rodrigo Ciriaco ao entrar na loja e destruir ítens devido atrasos na entrega;

Hoje (13 de julho) o OFICIAL DE JUSTIÇA esteve em minha casa para entregar a NOTIFICAÇÃO acerca da decisão do juiz em BLOQUEAR MEU VÍDEO, meu CANAL do YOUTUBE e a PROIBIÇÃO DO MEU DIREITO DE EXPRESSÃO em relação ao caso da DICICO.

Como não estava em casa no momento da entrega da notificação e ela só pode ser feita a mim, não fui notificado AINDA, mas é algo que será feito em breve.

INDIGNADO com esta decisão do JUIZ mas, acatarei. Até porque após ser notificado, a multa por desacato é de R$ 5.000 reais. Mas ainda assim não vou deixar de lutar e correr atrás daquilo que eu acredito ser JUSTO.

Mas reitero: muito REVOLTADO com o:

– BLOQUEIO DO MEU VÍDEO
– BLOQUEIO DO MEU CANAL DO YOUTUBE E ‪#‎pasmem‬:
– PROIBIÇÃO DE FALAR SOBRE O CASO NAS REDES SOCIAIS.

A DICICO cometeu vários crimes CONTRA A MINHA PESSOA: ao vender um produto que não tinha informando que tinha, revelando isso a mim apenas depois de 09 dias, não substituindo o produto por equivalente e, por fim, recusando-se a entregar, de imediato, o dinheiro que me pertencia, incluindo aquele referente ao PREJUÍZO que me causaram por conta da MÁ-FÉ, INJÚRIAS, FALSAS PROMESSAS E ENGANAÇÃO – mas parece que, neste país, nada disso é CRIME, principalmente quando se trata de uma “grande empresa”

Pena que, a priori, a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, mas SE ESTÃO PENSANDO QUE VOU DESISTIR FÁCIL, ESTÃO MAIS DO QUE ENGANADOS. Vou buscar por JUSTIÇA e PUNIÇÃO a esta empresa que ABUSA DO SEU PODER ECONÔMICO E LESA o consumidor. E vou lutar até o fim.

INDIGNADO, mas na ATIVA.
(assista o vídeo):

— Um direito básico do consumidor é a reparação de prejuízos causados pelo descumprimento do contrato pela outra parte. Pra fazer vale esse direito, porém, o comprador deve usar os meios institucionalizados como o SAC da empresa, ouvidoria… Alguns recorrem às redes sociais, que dão espaço para negociação entre as partes.

Selma afirmou que o consumidor ainda poderá recorrer ao Procon para continuar exigindo os seus direitos, mas que neste momento o caso deve ser avaliado na esfera jurídica.

— Uma solução amigável ficou prejudicada, pois agora o outro lado também foi desrespeitado.  Se o consumidor que quebrou os produtos vier ao Procon, nós vamos registrar o caso e enviar à empresa. O desfecho que vai ter é indefinido, de repente o prejuízo que ele causou à loja foi maior que o causado pela loja a ele, e isso só será solucionado na esfera jurídica.

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