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17/11/2014

Na edição do mês passado o periódico boliviano “La Razón” analisou a preferência dos imigrantes latinos pela vitória de Dilma Roussef nas eleições presidenciais e citou Ermelino Matarazzo como um dos bairros com grande concentração de bolivianos. O texto foi traduzido e veja os trechos abaixo:

Imigrantes bolivianos apoião Dilma

Muitos dos líderes pertencentes a diferentes associações da comunidade boliviana trabalharam ativamente na campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores (PT). Certamente, a maioria dos imigrantes espera que o povo brasileiro decidir novamente para Rousseff.

A migração crescente de bolivianos São Paulo é inegável. Todos os dias dezenas de compatriotas chegar à estação Barra Funda,  (…) O principal objetivo é acumular dinheiro suficiente para voltar para casa e investir em um empreendimento que lhes permite prosperar economicamente.

O aumento da presença de compatriotas na grande cidade de São Paulo é evidente ao andar pelas ruas, ou usar o transporte público, como ônibus, trem ou metrô. Área do Brás é, sem dúvida, um dos bairros onde a presença boliviana é enorme, A Rua Coimbra  nesta área é a expressão viva de apropriação territorial, reconfigurando  esteticamente do uso do espaço físico com a criação de restaurantes, clubes, lojas, escritórios e rádios de remessas que operam clandestinamente.

Esta apropriação do espaço é explicado há 20 anos, quando os comerciantes bolivianos começaram a vender roupas  nas ruas em torno da estação de mesmo nome. Um lugar que na época era composta de grandes espaços desolados, pessoas desabrigadas usado para abrigo ou criminalidade excessiva que existia então.

Isso aconteceu porque o boliviano parou de horas extras para os empresários coreanos que fontes para roupas de marca famosa e começou a fazer suas próprias roupas e com oficinas próprias, o resultado de anos de trabalho duro de costura trabalhando; no entanto, quando o bairro começou a se tornar uma das principais áreas de comércio, os bolivianos começaram a se assustar com os brasileiros que usurparam suas barracas, além de ser chantageados e ameaçados constantemente.

O Bras é atualmente uma das mais importantes áreas de comércio e parece que vai continuar a crescer. Mas essa mudança deveu-se à persistência do trabalho migrante, principalmente bolivianos que combateram ilegal sob um sistema de economia paralela e agora ainda vivem em um estado de submissão aos donos desses estabelecimentos, sem qualquer segurança alguns direitos de propriedade estão garantidos. Se Bras é uma das principais áreas que tem crescido e se transformado pela presença de bolivianos também foram se estabelecer em outras áreas, como Bom Retiro, Penha, Ermelino Matarazzo, etcetera.

Redes de parentesco são essenciais para o processo de migração para continuar. Os vários anos já estabelecidos há de possuir casas e oficinas que empregam parentes ou pessoas da mesma comunidade. São formas de reciprocidade que se estendem transnacionalmente permitindo comunidades inteiras jogar em vários bairros de São Paulo, permitindo a continuidade cultural.

Há também um outro tipo de migração é através de agências de emprego, onde as condições de trabalho são incertos. Estes últimos são aqueles que podem ter exposto a imprensa brasileira, chamando todos os bolivianos com o estigma de imigrante-escravo ilegal.

O censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou um fato interessante: os imigrantes bolivianos foram a segunda maior comunidade estrangeira depois de Portugal, deslocando japonês. No entanto, os dados levando em conta apenas oferecido aos residentes, ou seja, aqueles que vivem em condições de legalidade, com a maior parte da população vive em condições de ilegalidade e de um sistema de economia subterrânea.

Com a lei de anistia que o Partido dos Trabalhadores do presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) decretou 02 de julho de 2009, as condições para os imigrantes, e principalmente para os bolivianos, melhorou significativamente. Essa foi a quarta anistia internacional geral concedido pelo Brasil nos últimos 30 anos. Isto para os países do Mercosul favoreceu a migração legal facilita a aquisição de uma carteira de trabalho e retenção de documentos.

A criação da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em 2008, em Brasília, também representou o Brasil deu importância para a região para alcançar uma maior integração e cooperação entre os países sul-americanos, e também livre de interferência política por potências estrangeiras na região .

Um ponto relevante, mostrando o progresso feito pelo governo do PT na tentativa de melhorar as condições de vida dos imigrantes, foi criado na Secretaria de Direitos Humanos Prefeitura de São Paulo. A secretaria é responsável por auxiliar com grupos minoritários para trabalhar em projetos que beneficiem suas indústrias, para adquirir mais direitos e de formação, em parceria com organizações não-governamentais para oferecer cursos de Português livres e outros workshops.

Administração. A inclusão dos imigrantes nas políticas estaduais do PT também promoveu um fato histórico na lista, a eleição sem precedentes de 20 diretores nas subprefeituras participativos extraordinários de São Paulo, onde 0,5% da população era composta por imigrantes. Curiosamente, em uma cidade de cerca de 20 milhões de pessoas e 300 mil bairros, como o caso de Ermelino Matarazzo, onde Monica Rodriguez foi eleito; um lugar onde mais pessoas de Chuquisaca, particularmente população Tomina estabelecida desde duas décadas.

Esta eleição confirmou que a comunidade boliviana é um dos mais importantes e relevância política, ficando sete representantes, que agora estão trabalhando na auditoria e elaboração de projetos para toda a comunidade de imigrantes; parece que foi importante para todos os estrangeiros de antecedência geral.

Por estas razões, o segundo turno das eleições, a ser realizada no domingo 26 de outubro e vai enfrentar o atual presidente do Brasil, Dilma Rousseff, eo candidato do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB), Aécio Neves ele espera- ser gravitando em expandir políticas que beneficiam os grupos minoritários se o actual partido no poder é reeleito novamente, ou uma possível rotação ou impasse sobre a política de imigração, se o partido eleito à direita.

Em 2009, quando a lei de anistia, a oposição criticou a medida tomada pelo presidente Lula, dizendo que não era possível para o Brasil para expandir suas fronteiras aos estrangeiros quando os países desenvolvidos no início da crise agiu contrário foi aprovada, fechamento suas fronteiras e apertar suas leis de imigração.

Muitos dos líderes pertencentes a diferentes associações da comunidade boliviana trabalharam ativamente na campanha eleitoral do PT. Certamente, a maioria dos imigrantes espera que o povo brasileiro decidir novamente para Rousseff.

 

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