17/11/2017
 
O cantor e ex-Dominó Ricardo Bueno morreu aos 40 anos na última quinta-feira (16), no Hospital Municipal Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. A informação foi confirmada  pela Secretaria de Saúde de São Paulo. Segundo o órgão,o músico não resistiu à uma sepse (infecção generalizada) causada por um abscesso dentário. O artista foi sepultado nesta sexta (17) no cemitério da Vila Formosa II, também na zona leste da capital.
 

Ricardo atuou na segunda formação do Dominó, em 1995. Ele também fazia dupla sertaneja com o amigo de infância Wander Ávila.

Saiba mais sobre a sepse

De acordo com reportagem do UOL, o país tem alta taxa de morte por sepses. Uma estimativa aponta que 55,7% dos pacientes com a doença acabam morrendo. Nestes casos, uma as bactérias responsáveis por uma infecção local caem na corrente sanguínea, provocando o agravamento do quadro.

Segundo pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto Latino Americano de Sepse, cerca de 230 mil adultos morrem em UTIs por causa da infecção todos os anos.

Os sintomas iniciais da doença incluem febre alta, seguida por queda na temperatura. O paciente costuma ficar com as extremidades do corpo frias. O doente pode ter calafrios, ficar ofegante, diminuir o volume de urina e, em alguns casos, perder a consciência. Por isso, caso o paciente apresente esse conjunto de sintomas, é fundamental ir ao hospital.

No centro de saúde, ocorre a administração de soro nas veias, para aumentar o volume de sangue no corpo (e combater a queda de pressão). Também é prescrito um antibiótico para combater a bactéria que contaminou o sangue.

Além do abcesso dentário, doenças como pneumonia, infecções urinárias, apendicite e infecções de pele (causadas por machucados) podem levar uma pessoa a desenvolver uma sepse. Pacientes que já possuem imunidade baixa são os mais propensos a não resistirem à doença.

Prevenção

Lavar as mãos com água e sabão, já que elas acabam sendo portas de entrada para bactérias na boca;

Manter a vacinação atualizada, principalmente contra pneumococo e meningococo;

Evitar tomar antibiótico sem prescrição médica para não criar resistência; e,

Quando for tomar o antibiótico por ordem médica, seguir as instruções de consumo.

Fonte: G1/UOLmagem reprodução

 

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