Uma reportagem publicada na Folha de São Paulo dia 04 de julho de 2010 já alertava para várias incoerências.A iniciativa é louvável, porem há várias dúvidas a respeito dos criterios. Um comentário feito pelo Ivan dia 19 de agosto sintetizou bem o problema com as seguintes palavras: “Não tenho culpa se o carro foi fabricado fora dos padrões exigidos. Tenho uma caminhonete que os mecânicos dizem estar em ótimas condições mas não passa na inspeção. Motos mais antigas tambem tem um padrão diferente e também não passam, O que fazer? jogar os veiculos no lixo? Que “cumpram” as exigências as montadoras”.

A prefeitura de São Paulo não terceirizou o serviço de inspeção veicular para mais prestadores de serviço, transformando essa atividade em um monopólio da empresa Controlar.
A iniciativa da prefeitura é louvável, porém a execução ainda está duvidosa, pois não há transparência no controle do serviço da empresa prestadora.

O contrato foi firmado em 1996 e sobreviveu a três gestões sem que a inspeção jamais tivesse saído do papel. A concessão tem potencial para render ao menos R$ 3,1 bilhões em dez anos, isso se o atual preço da vistoria (R$ 52,73) e a atual frota de 6,3 milhões de veículos permanecessem congelados. A prefeitura tem direito a 8% do montante.

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Fonte: Folha SP

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