28/01/2010

Governo Estadual planeja várias construções, inclusive em Ermelino Matarazzo, para cumprir as metas do Programa Federal “Minha Casa, Minha Vida”.

O superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Valter Nunes, afirmou ontem que a meta de 184 mil unidades do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” para o Estado de São Paulo será cumprida em 2010. No ano passado, foram contratadas 52.631 unidades, e a Caixa recebeu propostas de 117.483 unidades para o Estado, 44.327 delas para o segmento de até três salários mínimos, 38.242 para a faixa de três a seis salários mínimos e 34.914 para o segmento de seis a dez salários mínimos de renda.

“As parcerias com o governo e a prefeitura de São Paulo estão muito bem estruturadas”, afirmou Nunes.

Com o governo do Estado, a parceria vai ocorrer por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). “A própria CDHU está cuidando dos projetos. Estamos aguardando que ela termine e abra o processo de licitação. Estamos prevendo 13 mil unidades nessa parceria, sendo 5 mil destinadas à Capital”, disse Nunes. Ele acrescentou que, somando a produção prevista por meio das duas parcerias, serão quase 10 mil unidades para a Capital nos moldes do “Minha Casa, Minha Vida”.

Com o governo do Estado, a parceria vai ocorrer por meio da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). “A própria CDHU está cuidando dos projetos. Estamos aguardando que ela termine e abra o processo de licitação. Estamos prevendo 13 mil unidades nessa parceria, sendo 5 mil destinadas à Capital”, disse Nunes. Ele acrescentou que, somando a produção prevista por meio das duas parcerias, serão quase 10 mil unidades para a Capital nos moldes do “Minha Casa, Minha Vida”.

A parceria com o governo do Estado prevê construções em vários bairros paulistas, entre eles, Vila Curuçá, , na Penha, em Ermelino Matarazzo e no Parque do Carmo.

Segundo o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, onde há parcerias tem sido possível tornar viável a produção para a faixa de até três salários mínimos de renda, por exemplo, na cidade do Rio de Janeiro. Hereda admitiu que a demanda adicional gerada pela busca de terrenos para o programa contribui para as elevações de preço das áreas.

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