Envie esta notícia para seus amigos de Ermelino e Ponte Rasa

 

 

15/08/2012
 

A paralisação dos funcionários do INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) em São Paulo afetou o atendimento  de 57 agências, entre elas a de Ermelino Matarazzo que fica na Rua Victória Simionato (rua da feira de quinta-feira),  e oito unidades de gerência, de acordo com o Sinsprev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo).
 
A direção do sindicato evita distinguir entre paralisação total e parcial porque afirma que, em muitos casos, apenas funcionários com cargos mais altos teriam ido trabalhar normalmente, enquanto a maioria dos servidores teria aderido ao movimento.
 
"Eu poderia falar de 100% e em paralisação total na maioria dos casos, mas falo de 80% porque sempre tem uma parte que comparece", afirma o diretor estadual do Sinsprev Mário Jorge Ferreira.
 
Segundo ele, o grupo teve dificuldades para realizar uma paralisação total no Estado porque, dos 37 diretores do Sinsprev, apenas três estão liberados do trabalho para exercer a atividade sindical.
 
Servidores de algumas cidades, que não aderiram à paralisação, foram trabalhar com camisetas pretas em protesto contra as condições de trabalho.
 
A direção da Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social), entidade que atua em nível nacional e reúne os sindicatos estaduais, foi chamada pelo presidente do INSS, Mauro Luciano Hauschild, para discutir as reivindicações em uma reunião. A data ainda não foi confirmada.
 
A Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social) não confirmou ainda a extensão da paralisação, mas afirma que ao menos os servidores de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e São Paulo aderiram à paralisação.
 
Além da paralisação comandada pelo Sinsprev, o Sinsp (Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo), que também representa a categoria em São Paulo e é ligado à CUT, fará uma assembleia amanhã para decidir se farão uma operação-padrão, que começaria na primeira semana de setembro.
 
De acordo com o diretor do Sinsp, Davi Santos Costa, apenas algumas agências paralisaram o atendimento totalmente. "O atendimento continua na maioria, só que está sendo feito parcialmente. Os médicos continuam fazendo perícias, já que pertencem a outros sindicatos", afirmou.
 
As principais reivindicações dos servidores são a reposição da inflação de 2012 (a última ocorreu em julho do ano passado), a incorporação das gratificações ao vencimento e a instituição de um plano de carreira.
 
O INSS afirma que não foi notificado oficialmente da paralisação, e, portanto, irá descontar o dia de trabalho dos servidores que não comparecerem ao trabalho.
 
O Sinsp, no entanto, diz que fez a comunicação na superintendência do INSS em São Paulo três dias antes da paralisação.
 
Ainda não há um balanço dos Estados que aderiram à paralisação, mas o Sinsprev afirma que funcionários de Mato Grosso, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo aderiram à paralisação.
 
O sindicato informou que as seguintes agências e gerências foram afetadas pela paralisação:
 
Comentários

VEJA TAMBÉM