27/06/2015

Desde o início  de maio a principal praça de Ermelino Matarazzo vem sendo ocupada para várias manifestações culturais como forma de protesto pela falta de uma Casa de Cultura na região. Começou com a caravana circense mambembe e avançou com o Cine Pipoca nas noites de quintas-feiras com filmes nacionais engajados seguidos de bate papo na Praça Benedito Ramos Rodrigues. Os principais ativistas deste movimento pela cultura no bairro “(Uilian Chapeu” e “Vander Che”) tiveram oportunidade de se manifestarem no evento “Câmara no Seu Bairro” diante dos vereadores presentes no CEU Quinta do Sol e mais uma  vez nada de concreto foi prometido no sentido de suprir esta demanda. O aguardado “Território CEU” que seria um paliativo de opção cultural para Ermelino Matarazzo prometido na Sessão da Câmara também não vingou. No anúncio feito no meio da semana pelo Fernando Haddad e seu secretariado, Ermelino Matarazzo ficou de fora da primeira etapa de implantação.

“Vander Che” assim se manifestou:

“Esta praça estava tão ociosa e é muito estranho eles quererem realizar tal festa junina lá. Nada contra, porém apenas um ponto de vista.

Desde os dias das mães alguns grupos culturais da região estão ocupando tal espaço, com atividades que variam de circo, teatro, saraus, Graffiti em madeira e até cinema e do nada eles vão lá para realizarem uma festa pra quebrada.

Oportunismo? Não sei. Só sei que o Movimento Cultural Ermelino Matarazzo. NUNCA FOI CHAMADO PARA DIALOGAR OU PROGRAMAR ALGUMAS AÇÕES JUNTAS, mas pra tomar de assalto algumas coisas eles são bem espertos.

Apenas uma observação, que o movimento é apartidario e autônomo. Ou seja, fazemos as nossas custas sem ajuda de ninguém. E assim continuaremos pois sabemos quais os interesses estão em jogo, do lado de lá.”

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