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09/09/2011

“Zona Leste: impactos e passivos sociais das intervenções referentes à Copa
2014” é o tema do dia 09 de setembro no Salão São Bento, subsolo da Igreja São Francisco de Assis, na rua Miguel Rachid com promessa da presença do Ministro dos Esportes ORLANDO SILVA e ANDRES SANCHES, Presidente do Corinthians.

Saiba mais

Andrés Navarro Sánchez, as vezes grafado como Sanches (Limeira, 24 de dezembro de 1963) é um empresário e dirigente de futebol brasileiro. É o atual presidente do Sport Club Corinthians Paulista. Sua vida profissional iniciou-se em1976, aos doze anos de idade, trabalhando como feirante ao lado dos familiares, até os dezessete anos. É filiado ao Partido dos Trabalhadores.

Em 1982, iniciaram um novo negócio no ramo da indústria plástica, com mais de 40 distribuidores em todo o território nacional.

Assumiu a presidência do Corinthians em 2007, pouco antes da maior tragédia esportiva do clube, o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. Desde então comanda uma grande e profunda reformulação da estrutura funcional do clube e do futebol, aliado com o Departamento de Marketing, comandado por Luis Paulo Rosemberg, culminando com o retorno do Corinthians à elite do futebol brasileiro, ao conquistar o título da Série B em 2008, após contratar Mano Menezes para comandar a equipe, tendo o treinador gaúcho levado à equipe, sem que ninguém esperasse à Final da Copa do Brasil do mesmo ano, tendo sido derrotado na final contra o Sport Clube do Recife.

Em dezembro de 2008 confirmou uma das maiores contratações da história do futebol brasileiro, ao anunciar que fechara contrato com Ronaldo Fenômeno para o ano de 2009, tendo sido peça fundamental nas conquistas do Campeonato Paulista (invicto) diante do Santos e da Copa do Brasil, contra o Internacional, garantindo a participação corintiana na edição 2010 da Taça Libertadores da América, no ano do centenário do clube.

Em janeiro de 2010, em mais uma tacada, contratou o lateral-esquerdo, pentacampeão mundial, Roberto Carlos.

Ás vésperas do Centenário do Corinthians, anunciou a construção do Estádio do Corinthians, o grande sonho dos torcedores, que será localizado em Itaquera, com capacidade inicial de 48 mil pessoas, podendo ser aumentada para receber a abertura e outros jogos da Copa do Mundo.

Andrés Sánchez se envolveu em polêmicas com o dirigente palmeirense Pescarmona por acusar seu time de ter “entregado” o jogo aoFluminense Football Club para que o Corinthians não vencesse o campeonato. Em 2010 ainda, ao final do campeonato, no prêmio Craque do Brasileirão, Andrés Sánchez foi vaiado pela torcida tricolor [1], após debochar dela no Rio de Janeiro logo depois de proferir o discurso sobre o centenário corintiano.

Deixará a presidência do Corinthians em dezembro de 2011 sem ter conseguido levar a equipe à conquista da Copa Libertadores da América, tida como “principal projeto” durante todo seu mandato. No entanto, conseguiu construir um moderno Centro de Treinamento no Parque Ecológico do Tietê, além de agilizar a construção do tão sonhado estádio em Itaquera.

Andrés tem uma rivalidade acirrada com o presidente do São Paulo FC Juvenal Juvêncio, e foi um dos responsáveis pela deserção de vários clubes do Clube dos 13 que tentavam conseguir o maior valor já pago no futebol brasileiro pelos direitos de trasmissão. O C13 é dirigido porFábio Koff e tinha como vice-presidente Juvenal Juvêncio, que ganharam a eleição contra chapa que apoiavam Andrés Sanches e Ricardo Teixeira que tinha como candidato Kléber Leite.

Andrés Sanches nutre a rivalidade com o Juvenal Juvêncio apoiado por Ricardo Teixeira, presidente da CBF, que é suspeito de corrupção e que está juntando aliados políticos para paralisar a CPI que foi proposta por Anthony Garotinho, Ricardo Teixeira inclusive foi a capital federal e conseguiu que alguns políticos que já tinham apoiado a abertura da CPI retirassem suas assinaturas misteriosamente.

Ele foi chefe da delegação brasileira na Copa da África do Sul, e fez parte da comitiva liderada pelo presidente da CBF, de onde foi anunciado o surpreendente, Andrés conseguiu com isso emplacar a construção do estádio do Corinthians em Itaquera para ser sede da abertura da Copa de 2014.

Saiba mais sobre o Ministro dos Esportes

Orlando Silva cursou o secundário no colégio estadual João Florêncio Gomes, em Salvador, sua cidade-natal. Em 1988, organizou e dirigiu um grêmio, através do qual reivindicou a presença de professores na Secretaria Estadual de Educação e, nesse mesmo ano, filiou-se ao Partido Comunista do Brasil.
Em 1989 ingressou na faculdade de Direito na Universidade Católica de Salvador. De 1990 a 1991, foi membro da diretoria do Centro Acadêmico Teixeira de Freitas. Nesse último ano, foi eleito para a direção do DCE da sua universidade, onde permaneceu até metade de 1992. Foi eleito tesoureiro da União Nacional dos Estudantes, e no ano seguinte ocupou o cargo de diretor de comunicação, até que, em 1995, foi eleito presidente da UNE. Era a primeira vez que um negro ocupava o cargo de presidência da UNE. A eleição foi marcante também porque significou o início da hegemonia do PCdoB no movimento estudantil.
Durante a gestão de Orlando na presidência da UNE, a entidade engajou-se na luta contra diversos projetos do governo relativos à educação. No início de 1996, a UNE novamente se manifestou contra o Exame Nacional de Cursos (o provão) e contra mudanças no currículo das escolas técnicas. Sua temporada na presidência foi marcada pelas tentativas da UNE de tentar suspender o provão; em uma delas a entidade entrou com uma ação de inconstitucionalidade, com o apoio da Associação Nacional de Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. Mesmo com esta mobilização a ação foi indeferida. A liderança da UNE então lançou uma campanha para boicote da prova, pedindo que os estudantes a entregasse em branco, organizou piquetes por todo o país, e a invasão de algumas salas de aula, impossibilitando a avaliação por parte do governo.[carece de fontes]
Em 1997, durante o 45º Congresso da UNE, Orlando Silva Júnior foi substituído pelo carioca Ricardo Capeli na presidência da entidade.
[editar]Ministério do Esporte

No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva exerceu os cargos de secretário Nacional de Esporte, secretário Nacional de Esporte Educacional e secretário-executivo do Ministério do Esporte. Em 3 de abril de 2006, foi empossado no cargo de ministro.
[editar]Denúncias
Entre o final de 2007 e o início de 2008, Orlando Silva figurou em meio às denúncias de gastos supostamente irregulares nos cartões de crédito corporativos distribuídos pelo governo federal a alguns servidores para custear despesas extraordinárias. A imprensa divulgou que o ministro efetuou diversos pagamentos em restaurantes em dias que, segundo a agenda divulgada pelo ministério na internet, não haveria compromissos oficiais. O ministério justificou alegando que havia “problemas de atualização” na divulgação da agenda.[1] O gasto mais polêmico, porém, foi com a compra de uma tapioca por R$ 8,30, alegadamente devido a um engano na utilização dos cartões (o ministro teria um cartão de crédito pessoal semelhante ao cartão corporativo, e os teria confundido na hora do pagamento). O relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou o assunto isentou o ministro de culpa.[2]
No decorrer do escândalo, Orlando Silva devolveu todo o dinheiro gasto no cartão do qual era portador, no total de R$ 30.870,38. Foram devolvidos inclusive os gastos realizados conforme a legislação.[3]

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