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26/02/2014

A Justiça deu 40 dias para a Universidade de São Paulo (USP) resolver os problemas ambientais do campus de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste, que está interditado desde 9 de janeiro.

No campus, foram encontrados vestígios de gás metano e também substancias cancerígenas. Cerca de 4,5 mil pessoas passam pela  USP Leste diariamente.

A juíza Laís Helena Bresser Lang Amaral, em decisão divulgada na terça-feira (25), considerou que as medidas tomadas pela universidade para minimizar os problemas de contaminação do solo não foram suficientes. O Ministério Público também é contra a reabertura do campus antes da solução do problema.

A área em que foi erguida a USP Leste funcionava anteriormente como um aterro de lixo orgânico, que recebeu resíduos orgânicos provenientes de obras de drenagem do Rio Tietê. Com o tempo, o material se decompõe e começa a emitir gás metano, que é tóxico e explosivo.

Em 2013, alunos, professores e funcionários chegaram a fazer uma greve. A paralisação durou 50 dias e foi encerrada no dia 29 de outubro.

A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) os últimos levantamentos não apontam risco iminente, mas recomenda a instalação de equipamentos para a retirada do gás metano e evitar o risco de explosão. Na manhã desta quarta-feira (26), os seguranças permaneciam na entrada do campus. A escola de Artes, Ciências e Humanidades oferece dez cursos de graduação.

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