06/06/2019

O vendedor Ricardo Andrade Marcelino, 60 anos, relatou ao Jornal AGORA ter dado entrada no requerimento de sua aposentadoria por tempo de contribuição no dia 1º de outubro do ano passado e o mesmo esta pendente até hoje.

Desde então, afirma ele, foi chamado à APS (Agência da Previdência Social) de Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital paulista, a fim de complementar informações sobre seus períodos de trabalho.

O leitor conta que tinha falhas no Cnis (Cadastro Nacional de Informações Sociais) em três períodos de trabalho diferentes. Esse cadastro é o documento mais importante dos segurados do INSS, fundamental para comprovar o tempo trabalhado ao INSS.

“Uma empresa que eu trabalhei por três anos aparecia no Cnis com entrada e saída no mesmo dia”, explica o vendedor ao Agora.

Em outro período, oito meses de seus recolhimentos como empresário e dois dos pagamentos por meio do carnê também não apareciam no cadastro. 

“Levei tudo o que pediram, deixei o carnê e o quatro dias depois ligaram para eu retirar. O contador também mandou tudo o que precisava, mas o pedido não anda”, diz o segurado.

Depois dessas correções, Marcelino foi informado, na agência do INSS, de que, agora, o pedido estava correto e que teria andamento, mas a espera por uma resposta já chega a oito meses. “Não aguento mais esperar. A gente não consegue nem saber direito o que está acontecendo”, queixa-se.

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